quarta-feira, 3 de junho de 2015

Reflexão semanal - Pr. Felipe Bagli - Espada na bainha (João 18. 1-11

Didachê007 - Pr. Felipe Bagli - Espada na bainha (João 18.1-11) 

Publicado em 3 de jun de 2015

Projeto Didachê - reflexão semanal
Vídeo devocional
Pr. Felipe Bagli Siqueira


Fonte:  https://youtu.be/Y_3dB77LWII

domingo, 31 de maio de 2015

Reflexão semanal - Pr. Felipe Bagli - "Do" e "para o" (João 17.11-19)



Didachê006 - Pr. Felipe Bagli - "Do" e "para o" (João 17.11-19)

Projeto Didachê - reflexão semanal Vídeo devocional Pr. Felipe Bagli Siqueira Igreja 

Metodista - Viçosa, MG Evangelho de João 17.11-19 www.metodistavicosa.com



quarta-feira, 13 de maio de 2015

Reflexão semanal - Jesus, Abraão e o diabo (Jo 8. 21-59) Pr. Felipe Bagli Siqueira

https://youtu.be/b6iZ0kkOqzA

Didachê005 - Pr. Felipe Bagli - Jesus, Abraão e o diabo (Jo 8.21-59)

Publicado em 13 de mai de 2015

Projeto Didachê - reflexão semanal Vídeo devocional Pr. Felipe Bagli Siqueira Igreja 

Metodista - Viçosa, MG Evangelho de João 8.21-59 www.metodistavicosa.com

youtube.com

Reflexão semanal - Sem lógica (Jo 8.1-11) Pr. Felipe Bagli Siqueira



https://youtu.be/0s8FMokXPOA

Didachê004 - Pr. Felipe Bagli - Sem lógica (Jo 8.1-11)

Publicado em 8 de mai de 2015
Vídeo devocional (reflexão semanal)
www.metodistavicosa.com
Pr. Felipe Bagli Siqueira
Igreja Metodista - Viçosa-MG
Evangelho de João 4.1-42

sexta-feira, 17 de abril de 2015

SIGA AS NORMAS E ESCAPE DA DEMOLIÇÃO!

Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo (Atos 16:31).

Havia uma lei em certa cidade da África ordenando que todas as edificações ao longo das principais rodovias tinham de ser construídas de alvenaria e ter pelo menos dois pavimentos. 

Recentemente, as autoridades disseram que tais prédios não se encaixavam no padrão e tinham de ser reconstruídos. Todos foram então condenados, e marcados com grande "X" vermelho. 

Alguns donos começaram a reconstrução imediatamente; outros não fizeram nada; outros ainda pintaram sobre o "X", fizeram reparos, e plantaram flores para melhorar o aspecto. Eles esperavam que tudo ficaria bem, conforme o tempo passasse, e talvez que a destruição nem viesse.

Mas certo dia, sem qualquer notificação, o governo enviou uma grande máquina para demolir todos os prédios marcados com o "X". Os que foram reconstruídos escaparam ilesos, pois estavam dentro das normas. 

Mas as propriedades que foram pintadas, reformadas e embelezadas vieram abaixo.

Assim é com a maioria das pessoas. A Bíblia afirma que todos pecaram e não atingem as santas exigências de Deus. O "X" vermelho da condenação está marcado sobre cada pessoa. 

Muitos pensam que podem melhorar suas vidas fazendo boas obras, sendo caridosos, frequentando reuniões religiosas e orando. 

Esperam que tais atitudes sejam suficientes para escaparem da destruição vindoura. Outros ignoram a advertência ou nem mesmo acreditam que a condenação virá. Além disso, que Deus seria tão mesquinho a ponto de condenar 'boas pessoas'?

Mas Deus tem um justo padrão. Ele tem de punir o pecado, e uma vez que todos nascem pecadores, todos têm de ser punidos com a eternidade no inferno. 

Contudo, Deus também providenciou uma solução que não viola seu justo padrão. Jesus Cristo morreu na cruz e levou sobre Si a punição por nossos pecados. 

Se você se arrepende, confessa seus pecados, e se rende ao senhorio de Cristo, Deus irá lhe perdoar, e lhe dará a vida eterna, ao invés da condenação eterna.

O julgamento divino certamente virá!  Creia no Senhor Jesus Cristo e você será salvo.

Fontes: Devocionário Todo dia com a Paz e Devocionário Boa Semente

http://www.apaz.com.br/todo_dia.html

segunda-feira, 6 de abril de 2015

João – Capítulo 18

1 Tendo Jesus dito estas palavras, saiu juntamente com seus discípulos para o outro lado do ribeiro Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles.
2 E Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus ali estivera muitas vezes com seus discípulos.
3 Tendo, pois, Judas recebido a escolta e, dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas, chegou a este lugar com lanternas, tochas e armas.
4 Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais?
5 Responderam-lhe: A Jesus, o Nazareno. Então, Jesus lhes disse: Sou eu. Ora, Judas, o traidor, estava também com eles.
6 Quando, pois, Jesus lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por terra.
7 Jesus, de novo, lhes perguntou: A quem buscais? Responderam: A Jesus, o Nazareno.
8 Então, lhes disse Jesus: Já vos declarei que sou eu; se é a mim, pois, que buscais, deixai ir estes;
9 para se cumprir a palavra que dissera: Não perdi nenhum dos que me deste.
10 Então, Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita; e o nome do servo era Malco.
11 Mas Jesus disse a Pedro: Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?
12 Assim, a escolta, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus, manietaram-no
13 e o conduziram primeiramente a Anás; pois era sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano.
14 Ora, Caifás era quem havia declarado aos judeus ser conveniente morrer um homem pelo povo.
15 Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. Sendo este discípulo conhecido do sumo sacerdote, entrou para o pátio deste com Jesus.
16 Pedro, porém, ficou de fora, junto à porta. Saindo, pois, o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, falou com a encarregada da porta e levou a Pedro para dentro.
17 Então, a criada, encarregada da porta, perguntou a Pedro: Não és tu também um dos discípulos deste homem? Não sou, respondeu ele.
18 Ora, os servos e os guardas estavam ali, tendo acendido um braseiro, por causa do frio, e aquentavam-se. Pedro estava no meio deles, aquentando-se também.
19 Então, o sumo sacerdote interrogou a Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.
20 Declarou-lhe Jesus: Eu tenho falado francamente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto.
21 Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que lhes falei; bem sabem eles o que eu disse.
22 Dizendo ele isto, um dos guardas que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: É assim que falas ao sumo sacerdote?
23 Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; mas, se falei bem, por que me feres?
24 Então, Anás o enviou, manietado, à presença de Caifás, o sumo sacerdote.
25 Lá estava Simão Pedro, aquentando-se. Perguntaram-lhe, pois: És tu, porventura, um dos discípulos dele? Ele negou e disse: Não sou.
26 Um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, perguntou: Não te vi eu no jardim com ele?
27 De novo, Pedro o negou, e, no mesmo instante, cantou o galo.
28 Depois, levaram Jesus da casa de Caifás para o pretório. Era cedo de manhã. Eles não entraram no pretório para não se contaminarem, mas poderem comer a Páscoa.
29 Então, Pilatos saiu para lhes falar e lhes disse: Que acusação trazeis contra este homem?
30 Responderam-lhe: Se este não fosse malfeitor, não to entregaríamos.
31 Replicou-lhes, pois, Pilatos: Tomai-o vós outros e julgai-o segundo a vossa lei. Responderam-lhe os judeus: A nós não nos é lícito matar ninguém;
32 para que se cumprisse a palavra de Jesus, significando o modo por que havia de morrer.
33 Tornou Pilatos a entrar no pretório, chamou Jesus e perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus?
34 Respondeu Jesus: Vem de ti mesmo esta pergunta ou to disseram outros a meu respeito?
35 Replicou Pilatos: Porventura, sou judeu? A tua própria gente e os principais sacerdotes é que te entregaram a mim. Que fizeste?
36 Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.
37 Então, lhe disse Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.
38 Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade? Tendo dito isto, voltou aos judeus e lhes disse: Eu não acho nele crime algum.
39 É costume entre vós que eu vos solte alguém por ocasião da Páscoa; quereis, pois, que vos solte o rei dos judeus?
40 Então, gritaram todos, novamente: Não este, mas Barrabás! Ora, Barrabás era salteador.

Fonte: Bíblia Sagrada

http://biblia.com.br/joaoferreiraalmeidarevistaatualizada/joao/joao-capitulo-18/

Contaminou o país inteiro

1 Reis 14:21-31 e 15:1-8 

Roboão reina ao mesmo tempo que Jeroboão. Embora seu reino fosse menor, ele governava sobre a melhor parte. 

A capital ainda era Jerusalém, onde ficava o templo, a santa habitação do Senhor e o ponto de encontro de todo Israel. 

O próprio Roboão é neto de Davi, um descendente legítimo. 

Infelizmente, com todos esses privilégios, veja a que nível o povo de Deus caiu, pouquíssimos anos depois dos gloriosos dias do capítulo 8 (vv. 65-66)! 

Assim como as pragas podem em um período curto de tempo infestar o mais belo jardim, a idolatria introduzida por Salomão contaminou o país inteiro. 

Mas isso não foi tudo! Roboão não foi vigilante, e o inimigo se aproveitou disso. 

O rei sofreu a perda de todos os seus tesouros e de tudo o que o protegia (os escudos). Séria advertência para cada um de nós! 

Se não vigiarmos nosso coração, o inimigo logo disseminará nele as sementes da idolatria. 

Então, quando elas tiverem crescido, ele não terá a menor dificuldade de levar nossos mais preciosos tesouros, que talvez nossos pais ou avós nos tenham legado: Cristo e Sua Palavra. 

Abias sucedeu Roboão e os três anos de seu reinado foram suficientes para demonstrar que ele perseverava em todos os pecados praticados por seu pai.

Fonte: Devocionário Todo dia com as Escrituras

http://www.beth-shalom.com.br/todo_dia/?dia=530