sexta-feira, 29 de agosto de 2014

No Céu mas aqui também

NO CÉU, MAS AQUI TAMBÉM!

Minha alma disse ao Senhor: Tu és o meu Senhor, a minha bondade não chega à tua presença? Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente (Salmo 16:2 e 11).

Quando estivermos no céu, na presença do Senhor, festejando diante dEle, se tornará realidade versículo acima que explodiremos em louvor. O Senhor Jesus declarou que onde Ele estivesse, nós estaríamos também. No entanto, Sua vontade é que desfrutemos dessa intimidade com o Pai e com o Filho agora mesmo.

Cristãos que experimentam essa comunhão divina apenas algumas vezes são as criaturas mais pobres deste mundo. Diante da riqueza que há na presença do Senhor, a maioria se contenta com migalhas ao longo da vida! Somos aconselhados pelas Escrituras a pensar nEle e amá-Lo, desenvolver a comunhão com Ele, conversar com Ele, reconhecer Sua presença conosco a cada minuto, meditar nEle e clamar por Ele. Isso é algo que temos de cultivar conscientemente. Precisamos praticar a presença de Deus, lembrando que Ele está sempre ao nosso lado.

São inúmeras as distrações que nos afastam do Senhor, por isso é necessário alinharmos nossa mente sempre que estivermos vagueando. Podemos pedir ajuda a Ele para tal coisa. Necessitamos habitar na presença de Deus a cada segundo; e não temos de esperar a vinda do Senhor para vivermos o Salmo 16:11!

Fontes: Devocionário Boa Semente e Devocionário Todo dia com a Paz


PORÇÃO BÍBLICA DE 29.08.2014 João 15


1 ¶ Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
2 Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
3 Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.
4 Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
5 Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
7 Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
8 Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.
9 ¶ Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.
11 Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.
12 O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
14 Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
15 Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.
16 Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.
17 Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros.
18 ¶ Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.
19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.
20 Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa.
21 Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou.
22 Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas agora não têm desculpa do seu pecado.
23 Aquele que me odeia, odeia também a meu Pai.
24 Se eu entre eles não fizesse tais obras, quais nenhum outro tem feito, não teriam pecado; mas agora, viram-nas e me odiaram a mim e a meu Pai.
25 Mas é para que se cumpra a palavra que está escrita na sua lei: Odiaram-me sem causa.
26 ¶ Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.
27 E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

DEUS E NOSSO DINHEIRO

Vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Mateus 6:32-33).

Frequentemente minha mãe repetia este versículo do evangelho de Mateus. Viúva aos quarenta anos de idade, ela contou com Deus para criar seus três filhos e de seu pequeno sítio. Com gratidão lembramos de sua vida piedosa e de sua confiança nas promessas de Deus.

Outra cristã do mesmo vilarejo, também viúva, contou que uma vez ficou totalmente sem recursos. Naquela noite se ajoelhou e orou a Deus para que lhe desse o necessário para sobreviver e alimentar seus filhos.
Pela manhã, bem cedinho, ouviu baterem à porta. Uma senhora que vivia na cidade vizinha se apresentou e disse: ? Ontem, de repente, percebi que tinha dinheiro que não necessitava, enquanto que em meio do povo havia pessoas carentes do necessário. Então decidi distribuir esse dinheiro entre as que conhecia. E começo por você?

Chorando de alegria, a viúva não sabia como agradecer àquela mulher. E seu coração também estava cheio de gratidão a Deus, "Pai de órfãos e juiz de viúvas" (Salmo 68:5).

Nós, os crentes, que conhecemos a Deus como Pai que nos ama, confiamos de fato em Seus cuidados? Nós, os crentes, somos tocados pelas necessidades dos outros a ponto de os servirmos com nossos recursos (dinheiro, habilidades, talentos, tempo, etc.)?

Fontes: Devocionário Boa Semente e Devocionário Todo dia com a Paz


Reflexão do editor

Reflexão do editor

Queridas [os] 919 familiares e amigas [os]: hoje vou postar as mensagens rotineiras, o que não foi feito ontem por problemas de saúde.
O Alto controle [com “l” porque vem do Deus Altíssimo], e o autocontrole [com “u” por ser domínio próprio] fruto da presença do Espírito Santo (Gl 5 22-23), não permitiu que uma leve crise coronariana [“Angina pectoris”] e uma moderada elevação da pressão arterial, hipertensão, me levasse para o HCor, onde me cuido, tendo repousado em casa mesmo.
O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu, a terra e tudo o que neles há.
No final da noite, ainda, pude cumprir um compromisso de editar 10 mensagens devocionais, de minha autoria, para remessa, ontem mesmo, para o fechamento da Edição 2015 de um Devocionário anual, de leituras diárias, da Igreja Holiness em Bauru (SP), para o qual passei a escrever desde julho.
Glória, louvor e honra a Deus e tão somente a Ele!
Um abraço:
Edmar

A Porção bíblica de hoje
1 Pedro 3. 8-22

8 E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis.
9 Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção.
10 Porque Quem quer amar a vida, E ver os dias bons, Refreie a sua língua do mal, E os seus lábios não falem engano.
11 Aparte-se do mal, e faça o bem; Busque a paz, e siga-a.
12 Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, E os seus ouvidos atentos às suas orações; Mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal.
13 E qual é aquele que vos fará mal, se fordes seguidores do bem?
14 Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bemaventurados. E não temais com medo deles, nem vos turbeis;
15 Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,
16 Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo.
17 Porque melhor é que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal.
18 Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;
19 No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;
20 Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água;
21 Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, o batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo;
22 O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu, havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências.

Fonte: https://www.bibliaonline.com.br/acf/1pe/3


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Perdoar para ser perdoado [não é o perdão interesseiro]!



É o perdão obediência! É o perdão amor!

Estou vivendo um momento de necessidade íntima, espiritual de fazer, sempre, o que prego, o que ensino; preciso testemunhar fazendo o que o Senhor Jesus nos determinou (Mt 5 23-25): “quando fores levar tua oferta [não necessariamente financeira, mas de vida, de serviço] e lembrares que alguém tem algo contra ti, deixa a oferta, vai e reconcilia-te com ele; depois vem e faze a tua oferta.”

É necessário voltar ao passado, ao passado ontem, que é longo [73 anos], e ao passado hoje, que é o minuto anterior. Sem esse retorno, sem essa ação de reestabelecer contatos, sem esse ato de rever os erros, as fraquezas, as mazelas, as ofensas, embora as maiores, as mais graves não tenham se concretizado, mas tenham permanecido nos limites do pensamento, nos limites da vontade, virando amarguras. Mas, é necessário revê-las, é preciso perdoar, é imprescindível pedir perdão.

Se não perdoarmos, não seremos perdoados (Mt 6 12, 14-15), mas se perdoarmos teremos vida eterna, a eternidade com o Mestre que nos ensinou, e ensinou porque vivenciou, praticou, foi exemplo.

Resisti ao “Facebook” por ser invasivo de privacidade, mas ele tem essa vantagem [que não é virtude] de nos permitir localizar, encontrar os relacionamentos passados, de permitir que, também, sejamos invasivos; permite-nos encontrar aqueles com os quais precisamos voltar a conviver, aqueles aos quais temos que pedir perdão, aqueles que temos que perdoar. Mas, o receio de sermos incompreendidos limitou os contatos já feitos!

Passei uns três dias, dos cinco em que estive no interior, buscando os amigos passados, aqueles que eu teria ofendido [mesmo sem palavras], mas com a ação, o pensamento, a indiferença, a zombaria, o escarnecer; os que me ofenderam, não com o verbo, mas também com atos; os que honrei, virtuosos que são, os que me honraram imerecidamente, para viabilizar essa atitude simples de reatar relacionamentos, agora sadios porque ministrados pelo meu Senhor Jesus, o Cristo.

Alguns foram imediatos em dizer o sim alegremente [e eu feliz em recebê-los]; alguns ainda estão pensando, outros deixarão como está, mas a consciência está leve, está limpa, agora!

Os erros ficaram para trás, eis que tudo se fez novo, parafraseando o Apóstolo Paulo (II Co 5. 17), os acertos, poucos, anteriores, permanecerão para sempre, procurando a perfeição, pois o Deus Pai, através do Deus Filho, ambos Perfeitos, é que querem que o sejamos também (Mt 5 48).

Antes da viagem, 27.07.2014, escrevi outro texto, anterior a este, sobre este mesmo assunto, a mesma vontade, idêntica necessidade; Deus já estava tocando o meu coração, mas só será publicado depois, nos meus veículos costumeiros semanais.

Simples assim.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel

05.08.2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

AS DUAS RESSURREIÇÕES

Vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação
(João 5:28-29).

O versículo de hoje afirma de maneira bem clara que haverá duas ressurreições: uma da "vida" e outra da "condenação". E ambas estarão separadas por um período de mais ou menos mil anos (Apocalipse 20:5-6, 12-13).

Alguns dizem que as palavras "os que fizeram o bem" são para eles mesmos, pois formam parte do time dos "bonzinhos". 

A esses o Senhor responde: "A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou" (João 6:29). 

Eis aqui a primeira boa obra que Deus espera do homem. Por mais honrado que seja, o homem é um pecador perdido. 

Só existe uma única saída para nós: a fé no sacrifício do Senhor Jesus. 

Deus enviou Seu Filho amado para que expiasse nossos pecados e suportasse o terrível juízo que merecíamos. "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece" (João 3:36).

Os que creem terão parte nessa primeira ressurreição. "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele" (Apocalipse 20:6).

Uma ressurreição da condenação está reservada aos incrédulos: "Mas, quanto aos? incrédulos? a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte" (Apocalipse 21:8).

Fontes: Devocionário “Todo dia com a Paz” e “Boa Semente”

Pregação silenciosa

Não será preciso dizer nada porque ele verá como a conduta de vocês é honesta e respeitosa. (1Pe 3.1b-2)

Existe jejum silencioso (sem foguetório), oração silenciosa (como a de Ana), choro silencioso (como o de Davi no Salmo 6) e pregação silenciosa. Esta é a mais estranha de todas porque é uma fala para ser dirigida não a Deus, mas a um ser humano.
* Se na parábola das bodas, o pai do noivo enviou seus empregados por toda parte para convidar todas as pessoas que encontrassem para a festa de casamento, como entender a pregação silenciosa (Mt 22.2-14)? 
* Se, na grande comissão, Jesus manda os discípulos irem por todo o mundo anunciando as boas novas da salvação em Cristo, como entender a pregação silenciosa? 
* Se Jesus, em seu ministério terreno (Mt 11.15) e em suas cartas às sete igrejas da Ásia Menor (Ap 2.7) grita: “Se vocês têm ouvido para ouvir, então ouçam”, como entender a pregação silenciosa? 
* Se em Corinto, o Senhor apareceu a Paulo numa visão ordenando-lhe que continuasse a falar e não se calasse (At 18.9), como entender a pregação silenciosa? 
* Se Jesus disse que, caso os seus seguidores se calassem, até as pedras gritariam (Lc 19.40), como entender a pregação silenciosa?
Sem dúvida alguma, as mulheres que leram a carta de Pedro e que foram convocadas para a pregação silenciosa entenderam muito bem o que o apóstolo lhes dizia: “[Esposa,] se ele não crê na mensagem de Deus, seja levado a crer pela sua maneira de agir” (1Pe 3.1). 
Pedro completa: “Não será preciso dizer nada porque ele [em vez de ouvi-la] verá como a conduta de vocês é honesta e respeitosa”. 
O apóstolo não está mudando de tema. O assunto dele ainda é a santidade pessoal, o testemunho do cristão, em diferentes ambientes, tanto na igreja e na sociedade como em casa, no lar. 
A pregação silenciosa não é uma invenção de Pedro. Jesus já a havia preconizado quando nos chamou de “sal da terra” e de “luz do mundo” (Mt 5.13-16).
– Pregarei o evangelho o tempo todo. E, quando precisar, usarei palavras!

Fonte: Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.